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A
A chaga que, Senhora, me fizestes
A D. Luís de Ataíde, Vizo-Rei
A fermosura desta fresca serra
Á la margen del Tajo, en claro día
A lá, en Monte Rey, em Bal de Laca,
A Morte, que da Vida o nó desata
A peregrinação de um pensamento
A perfeição, a graça, o doce jeito
À romana populaça perguntava
À sepultura de D. Fernando de Castro
A ti, Senhor, a quem as sacras Musas
A violeta mais bela que amanhece
Acho-me da fortuna salteado
Agora toma a espada, agora a pena
Ah! Fortuna cruel! Ah! duros Fados!
Ah! minha Dinamene! assi deixaste
Ai, imiga cruel! que apartamento
Al pie de una verde e alta encina
Alegres campos, verdes arvoredos
Alegres campos, verdes, deleitosos
Alma gentil, que à firme Eternidade
Alma minha gentil, que te partiste
Amor bravo e rezão dentro em meu peito
Amor é fogo que arde sem se ver
Amor, amor, que fieres al cuitado
Amor, com a esperança já perdida
Amor, que em sonhos vãos do pensamento
Amor, que o gesto humano na alma escreve
Angélica la bela despreciando
Ao Autor
Aos homens um só homem pôs espanto
Apartava-se Nise de Montano
Apolo e as nove Musas, discantando
Aponta a bela Aurora, luz primeira
Aquela fera humana que enriquece
Aquela que, de pura castidade
Aquela triste e leda madrugada
Aqueles claros olhos que, chorando
Aqui de longos danos breve história
Ar, que de meus suspiros vejo cheio
Argos quisera ser para miraros
Árvore, cujo pomo, belo e brando
Ausente dessa vista pura e bela
Ay Dios, si yo cegara antes que os viera
Ay! quien dará á mis ojos una fuente
Ayudame, Señora, á hacer venganza
B
Bem sei, Amor, que é certo o que receio
Brandas águas do Tejo que, passando
Busque Amor novas artes, novo engenho
C
Cá nesta Babilónia, donde mana
Campo! nas sirtes deste mar da vida
Cansada e rouca voz por que bolando
Cantando estava um dia bem seguro
Cara minha inimiga, em cuja mão
Chorai, ninfas, os Fados poderosos
Co generoso rosto alanceado
Co tempo o prado verde reverdece
Coitado! que em um tempo choro e rio
Com grandes esperanças já cantei
Como louvarei eu, Serafim santo
Como podes (oh! cego pecador!)
Como quando do mar tempestuoso
Con razón os vais, aguas, fatigando
Contas que traz amor com meus cuidados
Contente vivi já, vendo-me isento
Conversação doméstica afeiçoa
Correm turvas as águas deste rio
Crescei, desejo meu, pois que a Ventura
Criou a Natureza damas belas
Cuanto tiempo ha que lloro un día triste
D
Dai-me uma lei, Senhora, de querer-vos
Damas, as que inventais por ser galantes
De amor escrevo, de amor trato e vivo
De amores de uma inclita donzela
De Babel sobre os rios nos sentamos
De cá, donde somente o imaginar-vos
De frescas belvederes rodeadas
De mil suspeitas vãs se me levantam
De piedra, de metal, de cosa dura
De quantas graças tinha, a Natureza
De relucientes armas la hermosa
De tantas perfeições a Natureza
De tão divino acento em voz humana,
De um tão felice engenho, produzido
De vós me parto, ó Vida, e em tal mudança
Debaixo desta pedra está metido,
Debaixo desta pedra sepultada
Dei hondo valle del tormento mío
Depois de haver chorado os meus tormentos
Depois de tantos dias mal gastados
Depois que quis Amor que eu só passasse
Desce do Céu imenso Deus benino
Despois de esperança tāo perdida
Despois que viu Cibele o corpo humano
Dezei, Senhora, da beleza ideia
Diana prateada, esclarecida
Ditosa pena, como a mão que a guia
Ditosas almas, que ambas juntamente
Ditoso seja aquele que somente
Diversos casos, vários pensamentos
Diversos dões reparte o Céu benino
Divina companhia, que nos prados
Do corpo estava já quase forçada
Do están los claros ojos que colgada
Doce contentamento já passado
Doce sonho, suave e soberano
Doces e claras águas do Mondego
Doces lembranças da passada glória
Donde achastes, Senhora, esse ouro fino
Dos antigos Ilustres, que deixaram
Dos Céus à Terra desce a mor Beleza
Dulces engaños de mis ojos tristes
E
-Que esperais, esperança? – Desespero.
-Que estila a Árvore sacra? – Um licor santo.
-Que haces hombre? – Estoyme calentando.
-Que levas, cruel Morte? – Um claro dia
É o gozado bem em água escrito
El vaso reluciente y cristalino
Em Babilónia sobre os rios, quando
Em calma estar, contra o tormento amar-me
Em fermosa Leteia se confia
Em flor vos arrancou, de então crescida
Em prisões baixas fui um tempo atado
Em ũa lapa toda tenebrosa
Em um batel que com doce meneio
En la escuela a do Amor es presidente
En una selva al dispuntar del día
Enquanto Febo os montes acendia
Enquanto quis fortuna que tivesse
Entre as nuvens se esconde o pensamento
Ero, de una alta torre do miraba
Erros meus, má fortuna, amor ardente
Es lo blanco castíssima pureza
Esforço grande, igual ao pensamento
Espanta crescer tanto o crocodilo
Esses cabelos louros e escolhidos
Esses olhos, Senhora, onde descansa
Está o lascivo e doce passarinho
Está-se a Primavera trasladando
Este amor que vos tenho, limpo e puro
Este terrestre caos com seus vapores
Eu cantarei de amor tão docemente
Eu cantei já, e agora vou chorando
Eu me aparto de vós, Ninfas do Tejo,
Eu vivia de lágrimas isento
F
Ferido sem ter cura parecia
Fermosa Beatriz, tendes tais jeitos
Fermosa Caterina, que dominas
Fermosa desumana, crua e forte
Fermosa mão que o coracão me aperta
Fermoso Tejo meu, quão diferente
Fermosos olhos, que cuidado dais
Fermosos olhos, que na idade nossa
Fermosura do Céu a nós descida
Fiou-se o coração de muito isento
Foi já num tempo doce cousa amar
G
Gentil Senhora, se a Fortuna imiga
Gostos falsos de amor, gostos fingidos
Grāo tempo há já que soube da Ventura
Guardando em mim a Sorte o seu direito
H
Horas breves de meu contentamento
I
Ilustre e dino ramo dos Meneses
Ilustre Gracia, nombre de una moza
Imagens vãs me imprime a fantesia
Indo o triste pastor todo embebido
Ir y quedar, y con quedar partirse
J
Já a roxa e branca Aurora destoucava
Já cantei, já chorei a dura guerra
Já claro vejo bem, já bem conheço
Já do Mondego as águas aparecem
Já é tempo, já, que minha confiança
Já me fundei em vãos contentamentos
Já me não fere o Amor com arco forte
Já não sinto, Senhora, os desenganos
Já tempo foi, que meus olhos faziam
Julga-me a gente toda por perdido
L
La letra que s’el nombre en que me fundo
Las peñas retumbaban al gemido
Leda serenidade deleitosa
Lembranças de meu bem, doces lembranças
Lembranças saudosas, se cuidais
Lembranças tristes pra que gastais tempo
Lembranças, que lembrais o bem passado
Levantai, minhas Tágides, a frente
Lindo e sutil trancado, que ficaste
Los ojos que con blando movimiento
Los que vivis sujetos a la estrella
Luísa, son tan rubios tus cabellos
M
-Como fizeste, Pórcia, tal ferida?
Mal, que de tempo em tempo vás crescendo
Males, que contra mim vos conjurastes
Memória do bem cortado em flores
Memórias ofendidas que um só dia
Mi alma y tu beldad se desposaron
Mí gusto y tú beldad se desposaron
Mil veces entre sueños tu figura
Mil vezes determino não vos ver
Mil vezes se move meu pensamento
Moradoras gentis e delicadas
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
N
- Señor, no se despacha pretendiente
Na desesperação já repousava
Na margem de um ribeiro, que fendia
Na metade do Céu subido ardia
Na ribeira de Eufrates assentado
Náiades, vós, que os rios habitais
Não há louvor que arribe à menor parte
Não vás ao monte, Nise, com teu gado
Nas cidades, nos bosques, nas florestas
Nem o tremendo estrépito da guerra
No bastaba que amor puro y andiente
No mundo poucos anos, e cansados
No mundo quis o Tempo que se achasse
No regaço da mãe Amor estava
No tempo que de Amor viver soía
Nos braços de um silvano adormecendo
Novos casos de Amor, novos enganos
Num bosque, que das ninfas se habitava
Num jardim adornado de verdura
Num tão alto lugar, de tanto preço
Nunca em amor danou o atrevimento
O
-Não passes, caminhante! – Quem me chama?
O capitão romano esclarecido
O céu, a terra, o vento sossegado
O cisne, quando sente ser chegada
Ó claras aguas deste blando río
O culto divinal se celebrava
O dia, em que nasci moura e pereça
O dia, hora ou o último momento
O filho de Latona esclarecido
O fogo que na branda cera ardia
Ó gloriosa Luz, ó vitorioso
O raio cristalino se estendia
O tempo acaba o ano, o mês e a hora
O tempo está vingado à custa mia
Ó tu que vás buscando com cuidado
Oh cese ya, Señor, Tú dura mano!
Oh! Arma unicamente só, triunfante
Oh! Como se me alonga de ano em ano
Oh! fortuna cruel! oh! dura sorte!
Oh! quanto milhor é o supremo dia
Oh! quão caro me custa o entender-te
Oh! rigorosa ausência desejada
Olhos fermosos, em quem quis Natura
Ondados fios de ouro reluzente
Ondados fios de ouro, onde enlaçado
Ondas que por el mundo caminando
Onde acharei lugar tão apartado
Onde mereci eu tal pensamento
Onde porei meus olhos que não veja
Orfeo enamorado que tañía
Ornou sublime esforço ao grande Atlante
Os meus legres, venturosos dias
Os olhos onde o casto Amor ardia
Os reinos e os impérios poderosos
Os vestidos Elisa revolvia
P
Passo por meus trabalhos tão isento
Pede o desejo, Dama, que vos veja.
Pensamentos, que agora novamente
Pera se namorar do que criou
Perder-me assi em vosso esquecimento
Pois meus olhos não cansam de chorar
Pois torna por seu Rei e juntamente
Por cima destas águas, forte e firme
Por gloria tuve un tiempo el ser perdido
Por os raros extremos que mostrou
Por sua ninfa, Céfalo deixava
Porque a tamanhas penas Se oferece
Porque a Terra no Céu agasalhasse
Porque me faz Amor inda acá torto
Porque quereis, Senhora, que ofereça
Posto me tem fortuna em tal estado
Presença bela, angélica figura
Presenca moderada e graciosa
Pues siempre sin cesar, mis ojos tristes
Q
Qual tem a borboleta por costume
Quando a suprema dor muito me aperta
Quando cuido no tempo que contente
Quando da bela vista e doce riso
Quando da vossa vista me apartava,
Quando de minhas mágoas a comprida
Quando descansareis olhos cansados
Quando do raro esforço que mostravas
Quando o Sol encoberto vai mostrando
Quando os olhos emprego no passado
Quando se vir com água o fogo arder
Quando vejo que meu destino ordena
Quando, Senhora, quis Amor que amasse
Quanta incerta esperança, quanto engano!
Quantas penas, Amor, quantos cuidados
Quantas vezes do fuso se esquecia
Quanto por muitos dias fui colhendo
Quanto tempo, olhos meus, com tal lamento
Quão bem-aventurado me achara
Quāo cedo te roubou a morte dura
Que doido pensamento é o que sigo?
Que es esto, Dios de amor, que ya no vales
Que fiz, Amor, que tão mal me tratas
Que me quereis, perpétuas saudades?
Que modo tão sutil da Natureza
Que pode já fazer minha ventura
Que poderei do mundo já querer
Que vençais no Oriente tantos reis
Queimado sejas tu e teus enganos
Quem busca no amor contentamento
Quem diz que Amor é falso ou enganoso
Quem é este que na harpa lusitana
Quem fosse acompanhando juntamente
Quem jaz no grão sepulcro, que descreve
Quem pode livre ser, gentil Senhora
Quem pudera julgar de vós, Senhora
Quem quiser ver de Amor ũa excelência
Quem vê, Senhora, claro e manifesto
Quem vos levou de mim, saudoso estado
Quem, Senhora, presume de louvar-vos
R
Resposta sua
Revuelvo en la incesable fantesía
S
Saudades me atormentam cruamente
Se a fortuna inquieta e mal olhada
Se a ninguém tratais com desamor
Se algũa hora em vós a piadade
Se algũa hora essa vista mais suave
Se ao que te quero desses tanta fé
Se as penas com que Amor tão mal me trata
Se com desprezos, Ninfa, te parece
Se como em tudo o mais fostes perfeita
Se da célebre Laura a fermosura
Se de vosso fermoso e lindo gesto
Se em mim, ó Alma, vive mais lembrança
Se lágrimas choradas de verdade
Se me vem tanta glória só de olhar-te
Se no que tenho dito vos ofendo
Se pena por amar-vos se merece
Se pera mim tivera, que algum dia
Se quando vos perdi, minha esperança
Se somente hora algũa em vós piadade
Se tanta pena tenho merecida
Se tomo a minha pena em penitência
Se, Senhora Lurina, algum começo
Seguia aquele fogo, que o guiava
Sempre a Rezão vencida foi de Amor
Sempre, cruel Senhora, receei
Senhor João Lopes, o meu baixo estado
Senhora já desta alma, perdoai
Senhora minha, inda que ausente esteja
Senhora minha, se de pura inveja
Senhora minha, se eu de vós ausente
Senhora, quem a tanto se atreve
Sentindo-se alcançada a bela esposa
Sete anos de pastor Jacob servia
Si el fuego que me enciende, consumido
Si el triste corazón que siempre llora
Si mil vidas tuviera que entregaros
Sobre os rios do Reino escuro, quando
Sobre un olmo que al cielo parecía
Sospechas, que en mi triste fantesía
Suspiros inflamados, que cantais
Sustenta meu viver ũa esperança
T
Tal mostra de si dá vossa figura
Tanto de meu estado me acho incerto
Tanto se foram, Ninfa, costumando
Tem feito os olhos neste apartamento
Todas as almas tristes se mostravam
Todo o animal da calma repousava
Tomava Daliana por vingança
Tomou-me vossa vista soberana
Tornai essa brancura à alva açucena
Transforma-se o amador na cousa amada.
Transunto sou, Senhora, neste engano
U
Ũa admirável erva se conhece
Ũa fineza grande, um lance bravo
Um firme coração posto em ventura
Um mover de olhos, brando e piadoso
V
Vencido está de amor………meu pensamento
Ventana venturosa, do amanece
Verdade, amor, rezão, merecimento
Vi queixosos de Amor mil namorados
Vós outros, que buscais repouso certo
Vós que escutais em rimas derramado
Vós que, de olhos suaves e serenos
Vós só podeis, sagrado evangelista
Vós, Ninfas da gangética espessura
Vossos olhos, Senhora, que competem
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Amor
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Aplicar
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