Sobre os rios do Reino escuro, quando

Sobre os rios do Reino escuro, quando
Tristes, quais nossas culpas o ordenaram,
Lágrimas nossos olhos derramaram,
Por ti, Sião divina, suspirando,

Os que iam nossas almas infestando,
De contino em error, as cativaram;
E em vão por nossos salmos perguntaram;
Que tudo era silêncio miserando.

Dezendo estamos: - Como cantaremos
As aceitas canções a Deus benino,
Quando a contrários seus obedecemos?

Mas já, Senhor só Santo, determino,
Deixando viciosíssimos extremos,
Os cantos prosseguir de Amor divino.