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A
A Aónio que de amor solto fugia
A vida me aborrece, a morte quero
Antre rústicas serras e fragosas
Ao pé dũa alta faia vi sentado
Aquela que de amor descomedido
Aquele mover de olhos excelente
B
Belisa, único bem desta alma triste
D
De peña en peña muevo las pasadas
Depois que Magalhães teve tecida
Divino almo pastor, Délio dourado
Duvidosa esperança, certo medo
E
Eu só perdi o verdadeiro amigo
F
Foi-me alegre o viver, já me é pesado
G
Ganhei, Senhora, tanto em querer-vos
I
Ilustre e nobre Silva, descendido
J
Juízo extremo, horrífico e tremendo
L
La sierra fatigando de contino
N
Não me julgueis, Senhora, a atrevimento
Não porque de algum bem tenha esperança
Nunca um apetite mostra o dano
O
O poeta Simónides, falando
O sulmonense Ovídio, desterrado
Q
Que tristes novas, ou que novo dano
Quem poderá passar tão triste vida
S
Saiam desta alma triste e magoada
Se obrigações de fama podem tanto
Se quando contemplamos as secretas
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